Cinema aborda infância em situação de risco

Maxwell Nascimento (protagonista do filme Querô) concedeu uma nova entrevista ao Jornal A Tribuna, no último domingo (6 de fevereiro). Na ocasião, o ator comentou sobre seus projetos atuais. Disse estar fazendo testes para um novo longa da Gullane Filmes (produtora do Querô) e também estar trabalhando na TV Band, no programa Tribunal na TV – além de, em paralelo, participar de apresentações de funk, como o “MC Querô”.



A reportagem menciona ainda a atuação dele numa temporada recente do programa Malhação, da Rede Globo (voltado ao público adolescente), gravado no Rio de Janeiro. Maxwell diz ter sofrido nessa fase. Embora não tenha entrado em detalhes dá a entender que a saudade de seu ambiente (familiares, casa, bairro, cidade etc) tenha sido um dos motivos.



A real proximidade do jovem ator – com a área dos cortiços, do Porto e do Mercado Municipal – pode ser comprovada, por meio das declarações, publicadas no Jornal, de meninos mais novos, também moradores das mesmas imediações, que disseram ter um bom convívio com Maxwell. Comentaram que ele é amigo e que até já participou de algumas brincadeiras junto, como empinar pipa.



Infância no cinema – No final do ano, ainda o Jornal A Tribuna fez uma matéria – na qual elencou outros filmes (nacionais e estrangeiros) que também abordaram crianças e adolescentes em situação de risco social. Dentre eles estão: Pixote (um clássico, cujo ator protagonista teve um final trágico também na vida real), Anjos do Sol, Nascidos em um Bordel, O Menino de Pijama Listrado, Valentin, A Cor do Paraíso, Vozes Inocentes, Kids, O Pequeno Italiano e Eu, Christiane F., 13 anos – Drogada e Prostituida.