“Felicidade Interna Bruta (FIB)”, você tem?

Vem crescendo, cada vez mais, a disseminação do conceito de “Felicidade Interna Bruta (FIB)” pelo mundo, e inclusive no Brasil. Trata-se de um novo paradigma, originado no Butão, país que fica entre a Índia e a China. O conceito nasceu em 1972 e, como tudo, levou um tempo para amadurecer e ser colocado em prática.


É baseado na premissa de que cada nação não deve se ater somente a indicadores econômicos para medir o desenvolvimento de sua sociedade, mas sim levar em consideração âmbitos pessoais (emocional, psicológico, espiritual, interpessoal e cultural) dos indivíduos que a compõem.


Propositalmente, a sigla é um contraponto ao PIB (Produto Interno Bruto). Na verdade, defende simplesmente a necessidade de haver um maior equilíbrio e mais interação, frente a atual “sociedade de consumo”. Resumindo, o ponto principal está nos padrões que adotamos no cotidiano e que tipo de qualidade de vida temos.


Em termos práticos, faz as pessoas refletirem sobre suas próprias vidas. Se existe, por exemplo, equilíbrio entre a quantidade de trabalho e os momentos de lazer. Também questiona como andam a saúde e o bem-estar de cada um – além de medir como é a relação com a comunidade e com o meio ambiente.


No Brasil – Três projetos estão sendo realizados com a finalidade de implementar conceitos de FIB no País. Todas as iniciativas acontecem em cidades do Estado de São Paulo (Angatuba, Itapetininga e Campinas). Por aqui, uma das referências no tema é a psicóloga e antropóloga, Susan Andrews, fundadora e coordenadora do Parque Ecológico e do Instituto Visão Futuro.