Mortalidade infantil cai no Brasil

O relatório Situação Mundial da Infância 2007 do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef), mostra que entre 194 países, o Brasil melhorou 27 posições em um ano no ranking que avalia a chance de meninos e meninas chegarem aos cinco anos.


A queda da taxa de mortalidade infantil no Brasil entre 1990 e 2006 foi de 64,9%.


 


A mortalidade entre crianças negras brasileiras é 48% maior que entre as brancas e 138%  maior entre as indígenas. Nos últimos cinco anos, 20 mil crianças brasileiras foram salvas por intervenções simples, como exames pré-natais, cuidados preventivos, vacinação e políticas de alimentação adequada.


 


Dos três milhões de crianças que nasceram em 2005 no País, 400 mil não foram registradas. Se na Região Sul o sub-registro é zero, no Nordeste, uma em cada cinco crianças não é registrada. Dos 20,5 milhões de crianças brasileiras até 6 anos de idade, 56% vivem em famílias com renda per capta abaixo de meio salário mínimo por mês. Ainda assim, o Unicef vê avanços significativos nas regiões mais pobres.


 

Segundo a representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, o governo brasileiro precisa fortalecer sua própria capacidade de atendimento em saúde e também em educação transformando, o que são hoje campanhas, em ações permanentes.