Mortalidade infantil cresce em Cubatão, segundo levantamento preliminar

Infelizmente, a mortalidade infantil praticamente dobrou na cidade de Cubatão, ao compararmos índices do ano passado aos de 2008. Esta informação foi divulgada recentemente pelo Jornal A Tribuna, o qual teve acesso a dados preliminares da Divisão Regional de Saúde, que integra a Secretaria Municipal. Conforme o levantamento, a taxa que era de 13 subiu para 23,1 – a cada mil nascidos vivos.


A Secretaria de Saúde da cidade declarou que a alta se deve, porque famílias de outros municípios buscam atendimento em Cubatão para suas crianças, por causa da existência do pronto-socorro pediátrico. E, quando esses casos vêm a óbto, acabam sendo contabilizados na cidade. Por isso, o governo de Cubatão argumenta que esse número deve baixar, ao ser concluída a apuração definitiva no fim do ano, pela Fundação Seade, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde.


Mas, conforme apurou A Tribuna, mesmo que ocorra uma redução, o índice de mortalidade deve permanecer em torno de 20. Ainda segundo o Jornal, a prefeita Márcia Rosa mostrou-se insatisfeita com essa situação e teria cobrado providências de sua equipe.


Mortalidade na Região – A mortalidade infantil na Baixada Santista é, infelizmente, a mais elevada do Estado (cerca de 18 a cada mil nascidos vivos). Por entender que o primeiro direito fundamental das crianças é o “Direito à Vida”, a ACMD procurou a Dra. Zilda Arns, realizando uma visita à sede da Pastoral da Criança em Curitiba, em meados de 2003.
Ao ser questionada sobre a forma que o empresariado poderia colaborar com a Pastoral da Criança, Dra. Zilda citou o sonho de implantar Núcleos Multiuso nas comunidades, pois este era um projeto que não tinha conseguido realizar ainda em lugar nenhum. A ACMD aceitou o desafio e, em novembro do mesmo ano, em visita à Santos, Dra. Zilda inaugurou o primeiro Núcleo Multiuso de uma série de 30.