Movimento Nossa Santos já reúne mais de 50 instituições

O Movimento Nossa Santos – Sempre Ética realizou no dia 11 de setembro, às 16 horas, um Ato Público na Câmara, para a entrega oficial de uma proposta de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM). O Movimento está sendo liderado pelas seguintes entidades: Associação Comunidade de Mãos Dadas (ACMD), Diocese de Santos, Fórum da Cidadania/CONCIDADANIA, Ordem dos Advogados do Brasil – OAB (Subseção de Santos), Rotary Club de Santos e Universidade Católica de Santos (Unisantos). Já há mais de 50 adesões de instituições da Cidade.


 


Essa iniciativa tem e seguinte finalidade: a apresentação pelo Poder Executivo de um Plano de Metas e de seus indicadores sociais. O chefe do Poder Executivo terá liberdade para elaborar seu Plano de Metas, dentro de diretrizes básicas pré-estabelecidas pela Sociedade Civil Organizada, visando o desenvolvimento sustentável (considerando a esfera ambiental, social e econômica), a redução das desigualdades e a melhoria da qualidade de vida para todos; a universalização do atendimento e dos serviços públicos, dentre outras.


 


Veja alguns depoimentos de representantes das instituições ocorridas durante o Ato Público:


 


Eduardo Vianna Júnior (Presidente do Conselho Deliberativo da ACMD)


“Temos que buscar melhores indicadores e metas porque, tomando como exemplo, no estado de São Paulo nós temos o maior índice de mortalidade infantil, em termos regionais, na Baixada Santista (cerca de 18,7 para mil nascidos vivos). Quando esses índices se apresentam, começamos a entender o que precisamos mudar na prática, no dia-a-dia da população, na educação, no meio ambiente, enfim, em diversas áreas”.


 


“Convidamos a sociedade de Santos para se engajar. Começaremos a colher esses resultados. Já há mais de 50 instituições mas, não vamos ficar por ai”.


 


Célio Nori (Coordenador Geral do Fórum da Cidadania/CONCIDADANIA)


“Esse projeto deverá especificar prioridades, metas quantitativas e qualitativas, investimentos, enfim, é um instrumento que visa dar uma transparência aos atos do governo e à comunidade. É uma adaptação mais qualificada, nessa relação de sociedade civil e governo”.


 


Francisco Surian (Representante da Diocese de Santos)


“É uma grande proposta nesta área de governo, com uma maior participação do povo, do próprio governo e da própria ação de governar. O povo poderá cobrar as ações do governo nesses quatro anos, e isso é muito bom para Santos, pois aumenta a qualidade de vida da Cidade”.


 


Marcelo Marsaioli (Presidente da Comissão do Rotary em Apoio ao Movimento Nossa Santos)


“Porque estamos aqui hoje? O que nos une? Eu acho que o que nos motiva é a cidade de Santos. Uma cidade boa de morar. Me orgulho em falar que sou santista. E como quem ama cuida, quem ama protege, estamos aqui hoje para poder cuidar um pouco melhor do que é nosso”.


 


“Esse projeto não é só de cobrança da população. O prefeito também vai poder nos cobrar. Por isso, a gente tem sempre que lembrar que os dois lados têm que trabalhar”.


 


Maria Helena de Almeida Lambert (Reitora da UniSantos)


“Os indicadores são muito importantes.E um dos papéis, não só da nossa instituição, mas das outras que também estão aqui presentes, é acompanhar o desenvolvimento para nos engajarmos cada vez mais nesse projeto”.